Brasil, 20 de abril de 2014.
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Considerações sobre a extensão rural no Brasil

07-04-2005

:. Do mesmo autor
A importância da agropecuária familiar na econômia nacional

Produção de composto orgânico

O modelo produtivo agropecuário adotado no Brasil a partir da década de 1960 foi implantado graças a uma ação conjunta e organizada pelo tripé: ensino, pesquisa e extensão. Isto é, universidades, órgãos de pesquisa e de extensão rural foram os responsáveis pela introdução dos pacotes tecnológicos voltados para a utilização intensiva de insumos e máquinas, com o objetivo do aumento da produtividade.

A extensão rural no Brasil nasceu sob o comando do capital, com forte influência norte-americana e visava superar o atraso na agricultura. Para tanto, havia a necessidade de “educar” o povo rural, para que ele passasse a adquirir equipamentos e insumos industrializados necessários à modernização de sua atividade agropecuária, com isso ele passaria do atraso para a “modernidade”. O modelo serviria para que o homem rural entrasse na dinâmica da sociedade de mercado, produzindo mais, com melhor qualidade e maior rendimento.

Um modelo “tecnicista”, isto é, com estratégias de desenvolvimento e intervenção que levam em conta apenas os aspectos técnicos da produção, sem observar as questões culturais, sociais ou ambientais. Com raízes “difusionistas”, pois visa apenas divulgar, impor ou estender um conceito, sem levar em conta as experiências e os objetivos das pessoas atendidas.

Fases da extensão rural no Brasil

A primeira fase, chamada “humanismo assistencialista”, prevaleceu desde 1948 até o início da década de 1960, nela os objetivos do extensionista eram o de aumentar a produtividade agrícola e, conseqüentemente, melhorar o bem estar das famílias rurais com aumento da renda e diminuição da mão-de-obra necessária para produzir. Em geral, as equipes locais eram formadas por um extensionista da área agrícola e um da área de Economia Doméstica.

Apesar de levar em conta os aspectos humanos, os métodos dos extensionistas nessa época também eram marcados por ações paternalistas. Isto é, não “problematizavam” com os agricultores, apenas procuravam induzir mudanças de comportamento por meio de metodologias preestabelecidas, as quais não favoreciam o florescimento da consciência crítica nos indivíduos, atendendo apenas as suas necessidades imediatas.

A segunda fase, que orientou as ações dos extensionistas no período de abundância de crédito agrícola subsidiado (1964 a 1980), era chamada de “difusionismo produtivista”, baseando-se na aquisição por parte dos produtores, de um pacote tecnológico modernizante, com uso intensivo de capital (máquinas e insumos industrializados). A extensão rural servia como instrumento para a introdução do homem do campo na dinâmica da economia de mercado. A Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) visava o aumento da produtividade e à mudança da mentalidade dos produtores, do “tradicional” para o “moderno”.

A extensão era um empreendimento que visava persuadir os produtores, para que esses adotassem as novas tecnologias. Seus conhecimentos empíricos não interessavam, bem como suas reais necessidades não eram levadas em conta. A extensão assumiu um caráter tutorial e paternalista.

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Frederico Olivieri LisitaEnvie um email!
Pesquisador - EMBRAPA/CPAP

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  • ESTATUTO
    ESTATUTO DA NOSSA COOPERATIVA Estatuto Social da COOPRE-CA - Cooperativa dos recicladores de Cabedelo CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FORO, PRAZO DE DURAÇÃO, ÁREA DE AÇÃO E ANO SOCIAL. Art. 1º - COOPRE-CA – Cooperativa dos recicladores de Cabedelo, é uma sociedade de natureza cooperativa e de responsabilidade limitada, sem fins lucrativos, constituída no dia ___ de ___________ de 20, rege-se pelos valores e princípios de Cooperativismo, pelas disposições legais, pelas diretrizes da autogestão e por este estatuto, tendo: Sede administrativa em Cabedelo, á Rodovia BR 230, km 15, sentido João Pessoa, foro jurídico na Comarca de Cabedelo, Estado da Paraíba. Área de ação, para fins de admissão de cooperantes, abrangendo a Grande João Pessoa. Prazo de duração indeterminado e ano social compreendido no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de cada ano. CAPÍTULO II DOS OBJETIVOS Art. 2º - A Cooperativa objetiva congregar os recicladores, realizando o interesse econômico dos mesmos através das seguintes atividades: Prestar assistência técnica aos órgãos públicos e particulares, na transformação de seus resíduos orgânicos em adubos através do processo de compostagem; Prestar outros serviços relacionados com a atividade econômica da cooperativa. § 1º - A Cooperativa poderá participar de sociedades cooperativas e não cooperativas para desenvolver atividades complementares de interesse do quadro social. § 2º - A Cooperativa poderá filiar-se a outras cooperativas congêneres, quando for do interesse do quadro social. § 3º - A Cooperativa realizará suas atividades sem discriminação política, religiosa, racial e social. CAPÍTULO III DOS COOPERANTES DA ADMISSÃO, DEVERES, DIREITOS E RESPONSABILIDADES Art. 3º - Poderão associar-se à cooperativa, salvo se houver impossibilidade técnica de prestação de serviços, qualquer pessoa que se dedique à atividade objeto da entidade e preencherem os pré-requisitos definidos no Regimento Interno, sem prejudicar os interesses da cooperativa, nem com eles colidir. Parágrafo único – O número de cooperantes será igual ou superior a quatorze e não terá limite quanto ao Máximo.( De acordo com o artigo 1.094, inciso II, da Lei 10.406 de 10/01/2002 (Novo Código Civil), o qual alterou a lei 5.764/71 (a lei do Cooperativismo), que exigia um número mínimo de 20 pessoas para formar uma cooperativa, um empreendimento dessa natureza pode ser formado pelo número mínimo de integrantes necessário para compor a sua administração e órgãos obrigatórios. Confrontando as normas exigidas pela lei 5.764/71 com esse novo dispositivo legal, pode-se dizer que o número mínimo de 14 (quatorze) cooperados possibilita a instituição) Art. 4º - Para associar-se, o interessado preencherá a Ficha de Matrícula, com a assinatura dele, bem como a declaração de que optou livremente por associar-se, conforme normas constantes do Regimento Interno da Cooperativa. § 1º - Caso o interessado seja membro de outra cooperativa, deverá apresentar carta de referências por ela expedida; § 2º - O interessado deverá freqüentar, com aproveitamento, um curso básico de cooperativismo, que será ministrado pela cooperativa ou outra entidade; Não fundadores. § 3º - Concluído o curso, o Conselho de Administração analisará a proposta de admissão e, se for o caso, a deferirá, devendo então o interessado subscrever quotas-partes do capital, nos termos deste estatuto, e assinar o livro de matricula. § 4º - A subscrição das quotas-partes do Capital Social e a assinatura no livro de matrícula complementam a sua admissão na cooperativa. Art. 5º - Poderão ingressar na cooperativa, excepcionalmente, pessoas jurídicas que satisfaçam as condições estabelecidas neste capítulo. Parágrafo único - A representação da pessoa jurídica junto á cooperativa se fará por meio de pessoa natural especialmente designada, mediante instrumento específico que, nos casos em que houver mais de um representante, identificará os poderes de cada um, tendo apenas um deles poder de voto. Art. 6º - Cumprindo o que dispõe o art. 4º, o cooperante adquire todos os direitos e assume todos os deveres decorrentes da lei, deste estatuto, e das deliberações tomadas pela cooperativa. Art. 7º - São direitos do cooperante: Participar das Assembléias Gerais, discutindo e votando os assuntos que nela forem tratados; Propor ao Conselho de Administração, ao Conselho Fiscal, ou as Assembléias Gerais medidas de interesse da cooperativa; Solicitar o desligamento da cooperativa quando lhe convier; Solicitar informações sobre seus débitos e créditos; Solicitar informações sobre as atividades da cooperativa, e a partir da data de publicação de edital de convocação da Assembléia Geral Ordinária, consultar os livros e peças do Balanço Geral, que devem estar à disposição do cooperante na sede da cooperativa. § 1º - Apresentar proposta ao conselho de administração para apreciação pela assembléia geral. Art. 8º - São deveres do cooperante: Subscrever e integralizar as quotas-partes do capital nos termos deste estatuto e contribuir com as taxas de serviços e encargos operacionais que forem estabelecidos; Cumprir com as disposições da lei, do estatuto, bem como respeitar as resoluções tomadas pelo Conselho de Administração e as deliberações das Assembléias Gerais. Satisfazer pontualmente seus compromissos financeiros com a cooperativa e participar ativamente da sua vida societária e empresarial; Realizar com a cooperativa as operações econômicas que constituem sua finalidade; Prestar à cooperativa informações relacionadas com as atividades que lhe facultaram se associar; Cobrir as perdas do exercício, quando houver, proporcionalmente às operações que realizou com a cooperativa, se o Fundo de Reserva não for suficiente para cobri-las; Prestar à cooperativa esclarecimentos sobre as suas atividades que possam estar colidindo com os interesses da cooperativa. Levar ao conhecimento do Conselho de Administração e/ou Conselho Fiscal a existência de qualquer irregularidade que atente contra a lei, ou do estatuto; Zelar pelo patrimônio material e moral da cooperativa.ficamos aqui Art. 9º - O cooperante responde subsidiariamente pelos compromissos da cooperativa até o valor do capital por ele subscrito e o montante das perdas que lhe couber. DA DEMISSÃO, ELIMINAÇÃO E EXCLUSÃO Art. 10º - A demissão do cooperante dar-se-á a seu pedido, formalmente dirigido ao Conselho de Administração da cooperativa, e não poderá ser negado. Art. 11º - A eliminação do cooperante, que será realizada em virtude de infração de lei, ou deste estatuto, será feita pelo Conselho de Administração, após duas advertências por escrito. § 1º - O Conselho de Administração poderá eliminar o cooperante que: Manter qualquer atividade que conflite com os objetivos sociais da cooperativa; Deixar de cumprir as obrigações por ele contratadas na cooperativa; Deixar de realizar, com a cooperativa, as operações que constituem seu objetivo social Falar em nome da cooperativa sem ser autorizado para tal. Se apresentar em reuniões e ou atividades como representante da cooperativa sem habilitação por escrito. . § 2º - Cópia autêntica da decisão será remetida ao cooperante, por processo que comprove as datas da remessa e do recebimento. § 3º - O cooperante poderá, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, a contar da data do recebimento da notificação, interpor recurso, que terá efeito suspensivo até a primeira Assembléia Geral. Art. 12º - A exclusão do cooperante será feita: a)Por dissolução da pessoa jurídica; b)Por morte da pessoa física; c)Por incapacidade civil não suprida; d)Por deixar de atender aos requisitos estatutários de ingresso ou permanência na cooperativa. Art. 13º - O ato de exclusão do cooperante, nos termos do inciso “d” do artigo anterior, serão efetivados por decisão do Conselho de Administração, mediante termo firmado pelo Diretor presidente no documento de matrícula, com os motivos que o determinaram e remessa de comunicação ao interessado, no prazo de 30 (trinta) dias, por processo que comprove as datas de remessa e recebimento. Art. 14º - Em qualquer caso de demissão, eliminação ou exclusão, o cooperante só terá direito à restituição de capital que integralizou, devidamente corrigido, das sobras e de outros créditos que lhe tiverem sido registrados, não lhe cabendo nenhum outro direito. §1º - A restituição de que trata este artigo somente poderá ser exigida depois de aprovada, pela Assembléia Geral, o balanço do exercício em que o cooperante tenha sido desligado da cooperativa. § 2º - O Conselho de Administração da cooperativa poderá determinar que a restituição desse capital seja feita em até 10 (dez) parcelas mensais, a partir do exercício financeiro que se seguir ao que se deu o desligamento, podendo este numero ser aumentado caso o montante seja capas de comprometer o equilíbrio econômico e financeiro da cooperativa. § 3º - No caso de morte do cooperante, a restituição de que trata o parágrafo anterior será efetuada aos herdeiros legais em uma só parcela, mediante a apresentação do respectivo formal de partilha ou alvará judicial. § 4º Quando a devolução do capital ocorre de forma parcelada, deverá manter o mesmo valor de compra a partir da Assembléia Geral Ordinária que aprovar o balanço. § 5º - No caso de readmissão do cooperante, este integralizará à vista e atualizado no mínimo o capital correspondente ao valor por ocasião do seu desligamento. Art. 15º - Os atos de demissão, eliminação ou exclusão acarretam o vencimento e pronta exigibilidade das dívidas do cooperante na cooperativa, sobre cuja liquidação caberá ao Conselho de Administração decidir. Art. 16º - Os direitos e deveres de cooperantes eliminados ou excluídos perduram até a data da Assembléia Geral que aprovar o balanço de contas do exercício em que ocorreu o desligamento. CAPITULO IV DA ORGANIZAÇÃO DO QUADRO SOCIAL Art.17º - O conselho de administração da cooperativa definirá, através do Regimento Interno, aprovado em Assembléia Geral,a forma de organização do seu quadro social. Art.18º - Os representantes do quadro social junto a administração da cooperativa terão, entre outras, as seguintes funções: servir de elo entre a administração e o quadro social; explicar aos cooperantes o funcionamento da cooperativa; esclarecer aos cooperantes sobre seus deveres e direitos junto a cooperativa. CAPITULO V DO CAPITAL Art. 19º - O capital da cooperativa, representado por quotas-partes, não terá limite quanto ao máximo e variará conforme o número de quotas-partes subscritas, mas não poderá ser inferior a R$ 5.000,00(cinco mil reais) a combinar. § 1º - O capital é subdividido em quotas-partes no valor de R$ 100,00(cem reais) cada uma. § 2º - A quota-parte é indivisível, intransferível a não cooperantes, não podendo ser negociado de modo algum, nem dada em garantia, e sua subscrição, integralização, transferência ou restituição será sempre escriturada no livro de matrícula. § 3º - A transferência de quotas-partes entre cooperantes, total ou parcial, será escriturada no livro de matricula mediante termo que conterá as assinaturas do cedente, do cessionário e do Diretor Presidente da cooperativa. § 4º - O cooperante deve integralizar as quotas-partes à vista, de uma só vez, ou subscreve-las em prestações periódicas, independentemente de chamada, ou por meio de contribuições. § 5º - Para efeito de integralização de quotas-partes ou de aumento do capital social, poderá a cooperativa receber bens, avaliados previamente e após homologação da Assembléia Geral. § 6º - Para efeito de admissão de novos cooperantes ou novos subscritos, a Assembléia Geral atualizará anualmente, com a aprovação de 2/3 (dois terços) dos cooperantes com direitos a voto, o valor da quota-parte, consoante proposição do Conselho de Administração, respeitados os índices de desvalorização da moeda publicados por entidade oficial do Governo. § 7º - Nos ajustes periódicos de contas com os cooperantes, à cooperativa pode incluir parcelas destinadas á integralização de quotas-partes do capital. CAPÍTULO VI DA ASSEMBLEIA GERAL DA DEFINIÇÃO E FUNCIONAMENTO Art. 21º - A Assembléia Geral dos Cooperantes, Ordinária ou Extraordinária, é o órgão supremo da cooperativa, cabendo-lhe tomar toda e qualquer decisão de interesse da entidade. Suas deliberações vinculam a todos, ainda que ausentes ou discordantes. Art. 22º - A Assembléia Geral será habitualmente convocada e dirigida pelo Diretor Presidente. § 1º - Poderá também ser convocada pelo Conselho Fiscal, se ocorrerem motivos graves e urgentes ou, ainda após solicitação não atendida, por 1/5 (um quinto) dos cooperantes em pleno gozo de seus direitos sociais. § 2º - Não poderá votar na Assembléia Geral o cooperante que: Tenha sido admitido após a convocação, ou; Infringir qualquer disposição do Artigo 8º deste estatuto; Não estiver em dia com suas obrigações junto à cooperativa; Art. 23º - Em qualquer das hipóteses do artigo anterior, as Assembléias Gerais serão convocadas com antecedência mínima de 10 (dez dias) (Art. 38 § 1º As Assembléias Gerais serão convocadas com antecedência mínima de 10 (dez dias úteis, com o horário definido para as três convocações, sendo de uma hora o intervalo entre elas. Art. 24º - O quorum para instalação da Assembléia Geral é o seguinte: 2/3 (dois terços) do número de cooperantes em condições de votar, em primeira convocação; Metade mais um dos cooperantes, em segunda convocação; Mínimo de 6(seis) cooperantes, em terceira convocação. § 1º - Para efeito de verificação de quorum de que trata este artigo, o número de cooperantes presentes, em cada convocação, será contado por suas assinaturas, seguidas do respectivo número de matrícula, apostas no Livro de Presença. § 2º - Constatada a existência de quorum no horário estabelecido no edital de convocação, o Diretor Presidente instalará a Assembléia e, tendo encerrado o Livro de Presença mediante termo que contenha a declaração do número de cooperantes presentes, da hora do encerramento e da convocação correspondente, fará transcrever estes dados para a respectiva ata. Art. 25º - Não havendo quorum para instalação da Assembléia Geral, será feita nova convocação, com antecedência mínima de 10(dez) dias úteis. Parágrafo único – Se ainda assim não houver quorum para a sua instalação, será admitida a intenção de dissolver a cooperativa, fato que deverá ser comunicado à respectiva OCB.(organização das cooperativas do Brasil) Art. 26º - Nos editais de convocação das assembléias gerais deverão constar: A denominação da cooperativa e o número de Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ, seguidas da expressão: Convocação da Assembléia Geral, Ordinária ou Extraordinária, conforme o caso; O dia e a hora da reunião, em cada convocação, assim como o local da sua realização, o qual, salvo motivo justificado, será o da sede social; A seqüência ordinal das convocações; A Ordem do Dia dos Trabalhos, com as devidas especificações; O número de cooperantes existentes na data de sua expedição para efeito do calculo do quorum de instalação; Data e assinatura do responsável pela convocação. § 1º - No caso da convocação ser feita por cooperantes, o edital será assinado, no mínimo, por 5 (cinco) signatários do documento que a solicitou. § 2º - Os editais de convocação serão afixados em locais visíveis das dependências geralmente freqüentadas pelos cooperantes, publicados em jornais de circulação local ou regional, ou através de outros meios de comunicação. Art. 27º - É da competência das Assembléias Gerais, Ordinárias ou Extraordinárias a destituição dos membros do Conselho de Administração ou do Conselho Fiscal. Parágrafo único – Ocorrendo destituição que possa comprometer a regularidade da administração ou fiscalização da cooperativa, poderá a Assembléia Geral designar administradores e conselheiros fiscais provisórios, até a posse dos novos, cuja eleição se realizará no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Art. 28º - Os trabalhos das Assembléias Gerais serão dirigidos pelo Diretor Presidente, auxiliado por um Diretor Secretário “ad hoc”, sendo também convidados os ocupantes de cargos sociais a participar da mesa. § 1º Na ausência do Diretor Secretário e de seu substituto, o Diretor Presidente convidará outro cooperante para secretariar os trabalhos e lavrar a respectiva ata. § 2º - Quando a Assembléia Geral não tiver sido convocada pelo Diretor Presidente, os trabalhos serão dirigidos por um cooperante, escolhido na ocasião, e secretariado por outro, convidado por aquele, compondo a mesa dos trabalhos os principais interessados na sua convocação. Art. 29º - Os ocupantes de cargos sociais, como quaisquer outros cooperantes, não poderão votar nas decisões sobre assuntos que a eles se referem direta ou indiretamente, entre os quais os de prestação de contas, mas não ficarão privados de tomar parte nos respectivos debates. Art. 30º - Nas Assembléias Gerais em que forem discutidos os balanços das contas, o Diretor Presidente da cooperativa, logo após a leitura do Relatório do Conselho de Administração, as peças contábeis e o parecer do Conselho Fiscal, solicitará ao plenário que indique um cooperante para coordenar os debates e a votação da matéria. § 1º - Transmitida a direção dos trabalhos, o Diretor Presidente e demais conselheiros de administração e fiscal, deixarão a mesa, permanecendo no recinto, à disposição da Assembléia Geral para os esclarecimentos que lhes forem solicitados. § 2º - O coordenador indicado escolherá, entre os cooperantes, um Secretário “ad hoc” para auxiliá-lo na redação das decisões a serem incluídas na ata pelo Secretário da Assembléia Geral. Art. 31º - As deliberações das Assembléias Gerais somente poderão versar sobre assuntos constantes no edital de convocação e os que com eles tiverem imediata relação. § 1º - Os assuntos que não constarem expressamente no edital de convocação e os que não satisfizerem as limitações deste artigo, somente poderão ser discutidos após esgotada a Ordem do Dia, sendo que sua votação, se a matéria for considerada objeto de decisão, será obrigatoriamente assunto para nova Assembléia Geral. § 2º - Para a votação de qualquer assunto na assembléia deve-se averiguar os votos a favor, depois os votos contra e por fim as abstenções. Caso o número de abstenções seja superior a 50% (cinqüenta por centos) dos presentes, o assunto deve ser melhor esclarecido antes de submetê-lo à nova votação ou ser retirado da pauta, quando não é do interesse do quadro social. Art. 32º - O que ocorrer na Assembléia Geral deverá constar de ata circunstanciada, lavrada no livro próprio, aprovado e assinada ao final dos trabalhos pelos administradores e fiscais presentes, por uma comissão de 10 (dez) cooperantes designados pela Assembléia Geral. Art. 33º - As deliberações nas Assembléias Gerais serão tomadas por maioria de votos dos cooperantes presentes com direito de votar tendo cada cooperante direito a 1 ( um) só voto, qualquer que seja o número de suas quotas-partes. § 1º - Em regra, a votação será a descoberto, mas a Assembléia Geral poderá optar pelo voto secreto. § 2º - Caso o voto seja a descoberto, deve-se averiguar os votos a favor, os votos contra e as abstenções. Art. 34º - Prescreve em 4 (quatro) anos a ação para anular as deliberações da Assembléia Geral viciadas de erro, dolo, fraude ou simulações, ou tomadas com violação de lei ou do estatuto, contado o prazo da data em que a Assembléia Geral tiver sido realizada. DAS REUNIÕES PREPARATÓRIAS (Pré-assembléia) Art. 35º - Antecedendo a realização das Assembléias Gerais, a cooperativa fará reuniões preparatórias de esclarecimento, nos núcleos de cooperantes, de todos os assuntos a serem votados. Parágrafo único – As reuniões preparatórias não têm poder decisório. Art. 36º - As reuniões preparatórias serão convocadas pelo Conselho de Administração, com antecedência mínima de cinco dias, através de ampla divulgação, informando as datas e os locais de sua realização. Art. 37º - Deverá constar na Ordem do Dia do edital de convocação de assembléia um item específico para a apresentação de resultado das reuniões preparatórias. DAS ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIAS Art. 38º - A Assembléia Geral Ordinária, que se realizará obrigatoriamente uma vez por ano, no decorrer dos 3 (três) primeiros meses após o término do exercício social, deliberará sobre os seguintes assuntos, que deverão constar da Ordem do Dia: Resultado das pré-assembléias (reuniões preparatórias); Prestação de contas do Órgão de Administração, acompanhada do Parecer do Conselho Fiscal, compreendendo: A)Relatório da Gestão; B)Balanço Geral; C)Demonstrativo das sobras apuradas, ou das perdas, e Parecer do Conselho Fiscal; D)Plano de atividade da cooperativa para o exercício seguinte; E)Destinação das sobras apuradas ou o rateio das perdas, deduzindo-se, no primeiro caso, as parcelas para os fundos obrigatórios; F)Criação de novos conselhos, como o Conselho de Ética, definindo-lhes as funções para melhorar o funcionamento da cooperativa; G)Eleição e posse dos componentes do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal e de outros conselhos, quando for o caso; H)Fixação dos honorários, gratificações e da cédula de presença para os componentes do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal; I)Quaisquer assuntos de interesse social, excluídos os específicos da Assembléia Geral Extraordinária. § 1º - Os membros dos órgãos de administração e fiscalização não poderão participar da votação das matérias referidas nos itens ‘b”e “f” deste artigo. § 2º - A aprovação do relatório, balanço e contas dos órgãos de administração não desonera seus componentes da responsabilidade por erro, dolo, fraude ou simulação, bem como por infração da lei ou deste estatuto. DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA Art. 39º - A Assembléia Geral Extraordinária realizar-se á sempre que necessário, podendo deliberar sobre qualquer assunto de interesse da cooperativa, desde que mencionado no edital de convocação. Art. 40º - É da competência exclusiva da Assembléia Geral Extraordinária deliberar sobre os seguintes assuntos: Reforma do estatuto; Fusão, incorporação ou desmembramento; Mudança de objetivo da sociedade; Dissolução voluntária e nomeação de liquidantes; Contas do liquidante. Parágrafo único – São necessários votos de 2/3 (dois terços) dos cooperantes presentes para tornar válidas as deliberações de que trata este artigo. DO PROCESSO ELEITORAL Art. 41º - Sempre que for prevista a ocorrência de eleições em Assembléia Geral, o Conselho Fiscal, com a antecedência, pelo menos, idêntica ao respectivo prazo da convocação, criará um Comitê Especial composto de três membros, todos não candidatos a cargos eletivos na cooperativa, para coordenar os trabalhos em geral, relativos á eleição dos membros do Conselho de Administração,conselho Fiscal e, se houver, do conselho de Ética. Art. 42º - No exercício de suas funções, compete ao comitê especialmente: Certificar-se dos prazos de vencimentos dos mandatos dos conselheiros em exercício e do número de vagas existentes; Divulgar entre os cooperantes, através de circulares e/ou outros meios adequados, o número e a natureza das vagas a preencher; Solicitar aos candidatos a cargo eletivo que apresentem certidão negativa em matéria cível e criminal e de protestos em cartórios das Comarcas em que tenham residido nos últimos cinco anos, bem como certidão do registro que possuam; Registrar os nomes dos candidatos, pela ordem de inscrição, verificando se estão no gozo de seus direitos sociais. Verificar, por ocasião da inscrição, se existem candidatos sujeitos a incompatibilidade previstas no parágrafo único do artigo 46 e no parágrafo 1º do artigo 58 deste estatuto, fazendo que se assinem declaração negativa a respeito; Organizar fichas contendo curriculum dos candidatos, das quais constem, além da individualização e dados profissionais, as suas experiências, sua atuação e tempo de cooperante na cooperativa e outros elementos que distigam; Divulgar nome e curriculum de cada candidato, inclusive tempo em que está associado à cooperativa, para conhecimento dos cooperantes; Realizar consultas e promover entendimentos para composição de chapas ou unificações de candidaturas, se for o caso; Estudar as impugnações, prévia ou posteriormente formuladas por cooperantes no gozo de seus direitos sociais, bem como as denúncias de irregularidades nas eleições, encaminhando suas conclusões ao Conselho de Administração, para que ele tome as providências legais cabíveis; § 1º - O Comitê fixará prazo até as 15 (quinze) horas para a inscrição de candidatos de modo que possam ser conhecidos e divulgados os nomes em 5 (cinco) dias antes da data da Assembléia Geral que vai proceder às eleições. § 2º - Não se apresentando candidatos ou sendo o seu número insuficiente, caberá ao Comitê proceder à seleção entre os cooperados que atendam às condições exigidas e que concordem com as normas e formalidades aqui previstas. Art. 43º – No momento da discussão dos itens da ordem do dia que tratar de eleições a coordenação dos trabalhos devera ser transferida para o coordenador do comitê que a dirigirá. § 1º - O transcurso das eleições e os nomes dos eleitos constarão da Ata de Assembléia Geral. § 2º - Os eleitos, para suprirem vacância nos conselhos de Administração ou no conselho Fiscal, exercerão os cargos somente até o final do mandato dos respectivos antecessores. § 3º - A posse ocorrerá sempre na Assembléia Geral em que se realizarem as eleições, após encerrada a ordem do Dia. Art. 44º – Não se efetivando nas épocas devidas a eleição de sucessores, por motivo de força maior, os prazos dos mandatos dos administradores e fiscais em exercício consideram-se automaticamente prorrogados pelo tempo necessário até que se efetive a sucessão, nunca além de 90 (noventa) dias. Art. 45º – São inelegíveis, além das pessoas impedidas por lei, os condenados a pena que vede ainda que temporariamente, o acesso a cargos públicos, ou por crime falimentar, suborno, concussão, peculato ou contra a economia, a fé publica ou a propriedade. CAPÍTULO VII DA ADMINISTRAÇÃO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Art. 47º – O Conselho de administração é o órgão superior na hierarquia administrativa, sendo de sua competência privativa e exclusiva as responsabilidades pela decisão sobre todo e qualquer assunto de ordem econômica ou social, de interesse da cooperativa ou de seus cooperantes, nos termos da lei, deste estatuto e de recomendações da Assembléia Geral. Art. 47º – O Conselho de Administração será composto por cinco membros, todos cooperantes no gozo de seus direitos sociais, eleitos pela Assembléia Geral para um mandato de três anos, sendo obrigatória, ao término de cada mandado, a renovação de, no mínimo, 1/3 (um terço) dos seus componentes. Parágrafo único – Não podem fazer parte do Conselho de Administração, além dos inelegíveis nos termos do artigo 46 deste estatuto, os parentes entre si até 2º (segundo) grau, em linha reta ou colateral, e os que estejam exercendo ou tenha exercido, nos últimos seis meses, cargo público eletivo. Art 48º - O Conselho de Administração, cujo mandato se inicia com sua eleição e cuja posse será automática após a proclamação de sua eleição tem os seguintes cargos: Diretor Presidente, Diretor Vice Presidente, Diretor Secretário e dois Diretores Vogais. § 1º - Nos Impedimentos por prazos inferiores a 90 (noventa) dias de um dos diretores, o Conselho de Administração indicará o substituto escolhido entre seus membros, exceto o Diretor Presidente. § 2º - Se o número de membros do Conselho de Administração ficar reduzido a menos da metade deverá ser convocada Assembléia Geral para o preenchimento de vagas. Art. 49º – O Conselho de Administração rege-se pelas seguintes normas: Reúne-se ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente sempre que necessário, por convocação do Diretor Presidente, da maioria do próprio Conselho, ou, ainda, por solicitação do Conselho fiscal; Delibera validamente com a presença da maioria dos seus membros, proibida a representação, sendo as decisões tomadas pela maioria simples de votos dos presentes, reservado ao Diretor Parágrafo único - Perderá automaticamente o cargo o membro do Conselho Administrativo que, sem justificativa, faltar a três reuniões ordinárias consecutivas ou a seis reuniões durante o ano. Art. 50º – Cabe ao Conselho de Administração. Dentro dos limites da lei e deste estatuto, as seguintes atribuições: Propor à Assembléia Geral as políticas e metas para orientação geral das atividades da cooperativa, apresentando programas de trabalho e orçamento, além de sugerir as medidas a serem tomadas; Avaliar e providenciar o montante dos recursos financeiros e dos meios necessários ao atendimento das operações e serviços; Estimar previamente a rentabilidade das operações e serviços, bem como a sua viabilidade; Estabelecer as normas para funcionamento da cooperativa; Elaborar, juntamente com lideranças do quadro social, Regimento Interno para a organização do quadro social; Estabelecer sanções ou penalidades a serem aplicadas nos casos de violação ou abuso cometido contra disposições da lei, deste estatuto, ou das regras de relacionamento com a entidade que venham a ser estabelecidas; Deliberar sobre a admissão, demissão, eliminação e exclusão de cooperantes e suas implicações, bem como sobre a aplicação ou elevação de multas; Deliberar sobre a convocação da Assembléia Geral e estabelecer sua Ordem do Dia, considerando as propostas dos cooperantes nos termos dos parágrafos 1º e 2º do art. 7º; Estabelecer a estrutura operacional da administração executiva dos negócios, criando cargos e atribuindo funções, e fixando normas para a admissão e demissão dos empregados; Fixar as normas disciplinares; Julgar os recursos formulados pelos empregados contra decisões disciplinares; Alavancar a conveniência e fixar o limite de fiança ou seguro de fidelidade para os empregados que manipulam dinheiro ou valores da cooperativa; Fixar as despesas de administração em orçamento anual que indique a fonte dos recursos para a sua cobertura; Contratar, quando se fizer necessário, um serviço independente de auditoria, conforme disposto no artigo 112, da Lei nº 5.764, de 16.12.1971; Indicar banco ou bancos nos quais serão feitos negócios e depósitos de numerários, e fixar limite máximo que poderá ser mantido no caixa da cooperativa; Estabelecer as normas de controle das operações e serviços, verificando mensalmente, no mínimo, o estado econômico-financeiro da cooperativa e o desenvolvimento das operações e serviços, através de balancetes e demonstrativos específicos; Adquirir, alienar ou onerar bens imóveis da sociedade, com expressa autorização da Assembléia Geral; Contrair obrigações, transigir, adquirir, alienar e onerar bens móveis, ceder direitos e constituir mandatários; Fixar anualmente taxas destinadas a cobrir depreciações ou desgaste dos valores que compõem o ativo permanente da entidade; Zelar pelo cumprimento da legislação do Cooperativismo e outras aplicáveis, bem como pelo atendimento da legislação trabalhista perante seus empregados, e fiscal. § 1º - O Diretor Presidente providenciará para que os demais membros do Conselho de Administração recebam, com a antecedência mínima de 3 (três) dias, cópias dos balancetes e demonstrativos, planos e projetos e outros documentos sobre os quais tenham de pronunciar-se, sendo-lhes facultado, ainda anteriormente à reunião correspondente , inquirir empregados ou cooperantes, pesquisar documentos, a fim de dirimir as dúvidas eventualmente existentes. § 2º - O Conselho de Administração solicitará, sempre que julgar conveniente, o assessoramento de quaisquer funcionários graduados para auxilia-lo no esclarecimento dos assuntos e decidir, podendo determinar que qualquer deles apresente, previamente, projetos sobre questões especificas. § 3º - As normas estabelecidas pelo Conselho de Administração serão baixadas em forma de Resoluções, Regulamentos ou Instruções que, em seu conjunto, constituirão o Regimento Interno da cooperativa. Art. 51º - Ao Diretor Presidente compete, entre outros, definidos em Regimento Interno, os seguintes poderes e atribuições: Dirigir e supervisionar todas as atividades da cooperativa; Baixar os atos de execução das decisões do Conselho de Administração; Assinar, juntamente com outros Diretores ou outros Conselheiros designados pelo Conselho de Administração, cheques, contratos e demais documentos constituídos de obrigações; Convocar e presidir as reuniões do Conselho de Administração, bem como as Assembléias Gerais dos cooperantes; Apresentar a Assembléia Geral Ordinária: Relatório da Gestão; Balanço Geral; Demonstrativo das sobras apuradas ou das perdas verificadas no exercício e o parecer do Conselho Fiscal; Representar ativa e passivamente a cooperativa, em juízo e fora dele; Representar os cooperantes, como solidário com os financiamentos efetuados por intermédio da cooperativa, realizados nas limitações da lei deste estatuto; Elaborar o plano anual de atividades da cooperativa; Verificar periodicamente o saldo de caixa; Acompanhar, juntamente com a Administração Financeira, as finanças da cooperativa. Art. 52º - Ao Diretor Vice-Presidente compete, interessar-se permanentemente pelo trabalho do Diretor Presidente, substituindo-o em seus impedimentos inferiores a 90 (noventa) dias. Art. 53º - Compete ao Diretor Secretário, entre outras, definidas em Regimento Interno, as seguintes atribuições; Secretariar os trabalhos e orientar a lavratura das atas das reuniões dos Conselhos de Administração e da Assembléia Geral, responsabilizando-se pela guarda de livros, documentos e arquivos pertinentes; Assinar, juntamente com o Diretor Presidente, contratos e demais documentos constitutivos de obrigações, bem como cheques bancários. Art. 54º - Os administradores, eleitos ou contratados, não serão pessoalmente responsáveis pelas obrigações que contraírem em nome da cooperativa, mas responderão solidariamente pelos prejuízos resultantes de desídia e omissão ou se agirem com culpa, dolo ou má fé. § 1º - A cooperativa responderá pelos atos a que se referem este artigo, se os houver ratificado ou deles logrado proveito. 54 § 2º - os que participarem de ato ou de operação social em que se oculte a natureza da solenidade, podem ser declarados pessoalmente responsáveis pelas obrigações em nome delas contraídas, sem prejuízo das sanções penais cabíveis. § 3º - O membro do Conselho de Administração que, em qualquer momento referente a essa operação, tiver interesse oposto ao da cooperativa, não poderá participar das deliberações relacionadas com essa operação, cumprindo-lhe declarar seu impedimento. § 4º - Os componentes do Conselho de Administração, do Conselho Fiscal ou outros, assim como os liquidantes, equiparam-se aos administradores das sociedades anônimas para efeito de responsabilidade criminal. § 5º - Sem prejuízo da ação que possa caber a qualquer cooperante, a cooperativa, por seus dirigentes, ou representada por cooperantes escolhidos em Assembléia Geral, terá direito de ação contra os administradores, para promover sua responsabilidade. Art. 55º – Poderá o Conselho de Administração criar comitês especiais, transitórios ou não, para estudar, planejar e coordenar a solução de questões especificas, relativa ao funcionamento da cooperativa. DA ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVA Art. 56º – As funções da Administração Executiva dos negócios sociais poderão ser exercidas por técnicos contratados, segundo a estrutura que for estabelecida pelo Conselho de Administração. CAPÍTULO VIII DO CONSELHO FISCAL Art. 57º – Os negócios e atividades da cooperativa serão fiscalizados assídua e minuciosamente por um Conselho Fiscal, constituídos de 3 (três) membros efetivos e 3 (três) suplentes, todos cooperantes, eleitos anualmente pela Assembléia Geral, sendo permitida a reeleição de apenas 1/3 (um terço) dos seus componentes. § 1º - Não podem fazer parte do Conselho Fiscal, além dos inelegíveis enumerados no artigo 46 deste estatuto, os parentes dos Conselheiros de Administração até 2º (segundo) grau, em linha reta ou colateral, bem como parentes entre si até esse grau. § 2º - Os cooperantes não podem exercer cumulativamente cargos nos Conselhos de Administração, Fiscal e, se houver, de Ética. Art. 58º – O Conselho Fiscal reúne-se, ordinariamente, uma vez por mês, extraordinariamente, sempre que necessário, com a participação de 3 (três) dos seus membros. § 1º -Em sua primeira reunião, os conselhos escolherão, entre si, um secretario para a lavratura de atas e um coordenador, este incumbido de convocar e dirigir as reuniões. § 2º - As reuniões do Conselho Fiscal poderão ser convocadas, ainda, por qualquer de seus membros, por solicitação do Conselho de Administração ou da assembléia Geral. § 3º - Na ausência do coordenador será escolhido um substituto, na ocasião, para dirigir os trabalhos. § 4º - As deliberações serão tomadas por maioria simples de votos e constarão de ata, lavrada em livro próprio, lida, aprovada e assinada ao final dos trabalhos de cada reunião, por (três) conselheiros presentes, indicados em Assembléia Geral. Art. 59º – Ocorrendo três ou mais vagas no Conselho Fiscal ou no Conselho de Ética, o Conselho de Administração determinará a convocação da Assembléia Geral para eleger substitutos. Art. 60º – Compete ao Conselho Fiscal exercer assídua a fiscalização sobre as operações, atividades e serviços da cooperativa, examinando livros, contas e documentos, cabendo-lhe entre outras, as seguintes atribuições: Conferir, mensalmente, o saldo do numerário existente em caixa, verificando, inclusive, se o mesmo está dentro dos limites estabelecidos pelo Conselho de Administração; Verificar se os extratos de contas bancários conferem com a escrituração da cooperativa; Examinar se o montante das despesas e inversões realizadas estão de conformidade com os planos e decisões do Conselho de Administração; Verificar se as operações realizadas e serviços prestados correspondem em volume, quantidade e valor às conveniências econônico-financeiras da cooperativa; Certificar se o Conselho de Administração vem se reunindo regularmente e se existem cargos vagos na sua composição; Averiguar se existem reclamações dos cooperantes quanto aos serviços prestados; Inteirar se o recebimento dos créditos é feito com regularidade e se os compromissos sociais são atendidos com pontualidade; Averiguar se há problemas com empregados; Certificar se há exigências ou deveres a cumprir junto a autoridades fiscais, trabalhistas e quanto aos órgãos do Cooperativismo; Averiguar se os estoques de materiais, equipamentos e outros estão corretos, bem como se os inventários periódicos ou anuais são feitos com observância das regras próprias; Averiguar se os estoques de materiais, equipamentos e outros estão corretos, bem como se os inventários periódicos ou anuais são feitos com observância das regras próprias; Examinar os balancetes e outros demonstrativos mensais, o balanço e o relatório anual do Conselho de Administração, emitindo parecer sobre estes para a Assembléia Geral; Dar conhecimento ao Conselho de Administração das conclusões dos seus trabalhos, denunciando a este, à Assembléia Geral e a OCB/PB, as irregularidades e convocar Assembléia Geral, se ocorrerem motivos graves e urgentes; Convocar Assembléia Geral, quando houver motivos graves e o Conselho de Administração se negar a convocá-las; Conduzir o processo eleitoral, coordenando os trabalhos de eleição, proclamação e posse dos eleitos, fiscalizando, também, o cumprimento do estatuto, Regimento Interno, Resoluções, Decisões de Assembléia Geral e do Conselho de Administração. § 1º - Para o desempenho de suas funções, o Conselho Fiscal terá acesso a quaisquer livros, contas e documentos, a empregados, a cooperantes e outros, independente de autorização prévia de Conselho de Administração. § 2º - Poderá o Conselho Fiscal, ainda, com anuência do Conselho de Administração e ou com autorização da Assembléia Geral, contratar o necessário assessoramento técnico especializado, correndo as despesas por conta da cooperativa. CAPÍTULO IX DOS LIVROS E DA CONTABILIDADE Art. 61º - A cooperativa deverá, alem de outros, ter os seguintes livros: Com termos de abertura e encerramento subscritos pelo Diretor Presidente; Matrícula; Presença de cooperantes nas Assembléias Gerais; Atas das Assembléias; Atas do Conselho de Administração; Atas do Conselho Fiscal. Autenticados pela autoridade competente: Livros fiscais; Livros contábeis; Parágrafo único – É facultada a adoção de livros de folhas soltas ou fichas, devidamente numeradas. Art. 62º - No Livro de Matricula os cooperantes serão inscritos por ordem cronológica de admissão, dele constando: O nome, idade, estado civil, RG, CPF, nacionalidade, profissão e residência dos cooperantes; A data de sua admissão, e quando for o caso, de seu desligamento, eliminação ou exclusão; A conta corrente das respectivas quotas-partes do capital social; Assinatura de duas testemunhas. CAPÍTULO X DO BALANÇO GERAL, DESPESAS, SOBRAS, PERDAS E FUNDOS. Art. 63º - A apuração dos resultados do exercício social e o levantamento do balanço geral realizados no dia 31 (trinta e um) de dezembro de cada ano. Art. 64º - Os resultados serão apurados segundo a natureza das operações ou serviços, pelo confronto das respectivas receitas com as despesas diretas e indiretas. § 1º - As despesas administrativas serão relatadas na proporção das operações, sendo os respectivos montantes computados nas apurações referidas neste artigo. § 2º - Os resultados positivos, apurados, por setor de atividade, nos termos deste artigo, serão distribuídos da seguinte forma (no mínimo): 10% (dez por cento) ao Fundo de Reserva: 15% (quinze por cento) ao Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES. § 3º - Além do Fundo de Reserva e FATES, a Assembléia poderá criar outros fundos, inclusive rotativos, com recursos destinados a fins específicos, fixando o modo de formação aplicação e liquidação. § 4º - Os resultados negativos serão rateados entre os cooperantes, na proporção das operações de cada um realizadas com a cooperativa, se o Fundo de Reserva não for suficiente para cobri-los. Art. 65º - O Fundo de Reserva destina-se a reparar as perdas do exercício e atender ao desenvolvimento das atividades, revertendo em seu favor, além da taxa de 10% (dez por cento) das sobras. Os créditos não reclamados pelos cooperantes, decorridos 5 (cinco) anos; Os auxílios e doações sem destinação especial. Art. 66º - O Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social - FATES, destina-se à prestação de serviços aos cooperantes e seus familiares, assim como aos empregados da cooperativa, podendo ser prestados mediante convênio com entidades especializadas. § 1º - Ficando sem utilização mais de 50% (cinqüenta por cento) dos recursos anuais deste fundo, durante dois anos consecutivos, será procedida à revisão dos planos de aplicação, devendo a Assembléia Geral seguinte ser informada e fazer as recomendações necessárias ao cumprimento das finalidades objetivas. § 2º - Revertem em favor do FATES, além da porcentagem referida no parágrafo 2º, do artigo 65º, as rendas eventuais de qualquer natureza, resultantes de operações ou atividades nas quais os cooperantes não tenham intervenção. CAPÍTULO XI DA DISSOLUÇÃO E LIQUIDAÇÃO Art. 67º - A cooperativa se dissolverá de pleno direito: Quando assim deliberar a Assembléia Geral, desde que os cooperantes, totalizando o número mínimo de 2/3 (dois terços) do quadro social presente, com direito a voto, não se disponham a assegurar a continuidade da cooperativa; Devido à alteração de sua forma jurídica; Pela redução do número de cooperantes em quantidades que não preencham os cargos da estrutura organizacional da cooperativa, ou do Capital Social mínimo, se até a Assembléia Geral subseqüente, realizada em prazo não superior a 6 (seis) meses, esses quantitativos não forem restabelecidos; Pela paralisação de suas atividades por mais de 120 (cento e vinte) dias. Art. 68º - Quando a disposição for deliberada pela Assembléia Geral, esta nomeará um ou mais liquidantes e um Conselho Fiscal de 3 (três) membros para proceder à liquidação. § 1º - A Assembléia Geral, nos limites de suas atribuições, pode, em qualquer época, destituir os liquidantes e os membros do Conselho Fiscal, designando seus membros; § 2º - O liquidante deve proceder à liquidação de conformidade com os dispositivos da Legislação Cooperativa em vigor; § 3º - O remanescente da cooperativa, inclusive os fundos indivisíveis, depois de realizados o ativo social, pago o passivo reembolsado os associados de suas quotas-partes, é destinado ao Tesouro Nacional. Art. 69º - Quando a dissolução da cooperativa não for promovida voluntariamente, nas hipóteses previstas no Art. 68º, essa medida poderá ser tomada judicialmente a pedido de qualquer cooperante. CAPÍTULO XII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS Art. 70º - Os casos omissos serão resolvidos de acordo com os princípios doutrinários e os dispositivos legais, ouvida a OCB/PB. Pedro Paulo e seus alunos tem a intenção de fundar esta Cooperativa
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 16-11-2012 22:22h

  • Sustentabilidade Urbana
    SUSTENTABILIDADE URBANA Numa cidade encontramos praças, avenidas, árvores diversas, arbustos variados, gramas. As casas, os prédios as ruas ocuparam espaços que antes eram roças, pastagens, agricultura, fruticultura, hortaliças, pecuária de corte de leite, pecuária de pequenos animais, criatórios de peixes etc. Numa cidade também encontramos terrenos valiosíssimos à venda esperando um interessado. É aqui, (terrenos à venda nos centros urbanos) que pretendo desenvolver um raciocínio, para uma reflexão das autoridades constituídas. Esses terrenos deveriam ser comprados pelo poder público para produção de hortaliças. Muitos desdobramentos positivos viriam desse ato político como veremos nas explicações que apresentaremos. As hortaliças seriam consumidas ainda fresca pela comunidade do entorno evitando o transporte que entre outros danos ambientais, agrega custo ao produto. O lixo orgânico produzido pela comunidade do entorno poderiam ser reciclados nesses ambientes, evitando o transporte para unidades de triagem e compostagens, quando existem, ou aterros, distantes acarretando danos ambientais e custos aos cofres públicos. A longo prazo projetos como esse é sustentável, só não pode ser implementados por produtores de hortaliças sem o “braço” do governo devido ao custo do terreno. Agora, como os governos, raciocinam na mesma lógica do mercado, os governo preferem o IPTU de uma casa ou um prédio que ali seja construído, à esse negócio de sustentabilidade. Pedro Paulo Sampaio de Lacerda. 16/06/2012, João Pessoa, PB
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 16-06-2012 20:47h

  • cimento grudado no carro
    Pasra retirar aqueles salpicos de cimento em seu carro, utilize vinagre. Coloque vinagre e espere, pois o vinagre vai soltando o cimento.Esta dica eu ouvi em um lava jato e por achar últil, hoje socialiso a todos que com esta informação vier a ter contato
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 06-10-2011 18:14h

  • Extensão rural
    Muito interessante, e logico deixando bem definido o conceitos de extnsão rural e suas fases na agricultura do Brasil, na atualidade.
    Feliciano de jesus paiva - 10-04-2011 20:38h

  • Segmentação de mercado
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Segmentar o mercado é o resultado da divisão de um mercado em pequenos grupos. Este processo é derivado do reconhecimento de que o mercado total representa o conjunto de grupos com características distintas, que são chamados segmentos. Indentificação dos segmentos-alvo. Se desejar aprofunde seus conhecimentos em segmentação de mercado na fonte citada acima. Pedro Paulo Sampaio de Lacerda.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 30-09-2010 09:07h

  • considerações sobre a extensão rural.
    Achei ótimo este artigo.Sou estudante de agropecuária e gostaria,isto é,se puder me mandar outros artigos atuais sobre extensão rural ou relacionados a este assunto.Desde já fico muito grato.Obrigado pela atenção.
    daniel vieira - 09-09-2010 21:25h

  • Ativos intangíveis
    Ativos intagíveis Bens e direitos não palpáveis reconhecidos pelas partes interessadas como patrimônio da organização e considerados relevantes para determinar seu valor. Os ativos intangíveis podem abranger, entre outros: Ativos de mercado, Ativos humanos, ativos de propriedade intelectual e ativos de infra-estrutura. Fonte: Glossário da FNQ - Excelência em gestão.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 09-09-2010 21:15h

  • Segmentação de Mercado
    Verdadeiramente o texto sobre o conceito de Segmentação de Mercado é do autor Paulo Nunes,Economista, Professor e consultor de empresas, eu Pedro Paulo Sampaio de Lacerda, apenas transcrevi para este espaço e a tempo, coloco a verdadeira fonte.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 09-09-2010 08:40h

  • Segmentação de Mercado
    Conceito de Segmentação de Mercado A segmentação do mercado consiste num processo de análise e identificação de grupos de clientes com necessidade e preferências homogéneas ou com algum grau de homogeneidade. Através do processo de segmentação, o mercado é dividido em grupos de clientes com necessidades e preferências semelhantes (os chamados segmentos de mercado), permitindo que a empresa adapte melhor as suas políticas de marketing ao seu mercado-alvo. Para efectuar a segmentação do mercado podem ser utilizadas diferentes variáveis de segmentação, nomeadamente: Variáveis demográficas: inclui a idade, sexo, raça, estado civil, dimensão da família, formação, ocupação, rendimento, … Variáveis geográficas: inclui, o país, região, urbano ou rural, clima, … Variáveis psicográficas: representa os valores, crenças e atitudes (onde se incluem as preferências políticas, a religião, o status socioeconómico, a cultura, os passatempos,…). Variáveis comportamentais: inclui a lealdade à marca, taxa de utilização, aplicação dada ao bem, benefícios percebidos,…
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 09-09-2010 08:32h

  • Pensamento Sistêmico
    ENTENDIMENTO DAS RELAÇÕES DE INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS DIVERSOS COMPONENTES DE UMA ORGANIZAÇÃO, BEM COMO A ORGANIZAÇÃO E O AMBIENTE EXTERNO. Como este conceito é colocado em prática. As organizações são constituidas por uma complexa combinação de recursos humanos e organizacionais, cujo desempenho pode afetar, positiva ou negativamente, a organização em seu conjunto. Como sistema vivo, as organizações precisam aprender a valorizar suas redes formais com clientes, parceiros e fornecedores, bem como as redes que emergem espontaneamente entre seus integrantes e estes com o ambiente externo. As redes informais de relacionamentos que as pessoas estabelecem dentro das organizações são fundamentais para o cumprimento de suas tarefas e para a disseminação de informações, agregando-lhes valor, mediante o compartilhamento dos conteúdos e contextos do conhecimento necessários à decisão. A gestão de redes não se resume à utilização de ferramentas de tecnologia de informação para armazenar e compartilhar informações e conhecimento. É necessaário criar um ambiente propício para a disseminação de conhecimento e experiências que inclua as redes informais. O pensamento sistêmico é mais facilmente demonstrado e compreedido pelas pessoas de uma organização quando esta adota um modelo de gestão e o dissemina de forma transparente, com monitoramento por meio de auto-avaliações sucessivas. Fonte FNQ-fUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 06-09-2010 19:16h

  • compostagem
    sou aluno do pio xi bessa em joão pesoa ca pital da paraiba tenho 12 anoas de idade meu pai é profe ssor do ifpb em cabedelo ele me emsinou compostagem pode ser feita por muitas coisas ex:. esterco de gado , capim, coco e minhocas . meu pai é expessialis em em compostagem ele é viceado em fazer esse tipo de coissa.
    mateus figueierdo de lacerda - 19-08-2010 18:51h

  • COMPOSTAGEM
    PASSO-A-PASSO DA COMPOSTAGEM Compostagem é o processo que através dele obtêm-se o composto orgânico. Algumas particularidades devem ser observadas para uma perfeita conclusão, assim como outras que embora preconizadas pela literatura especializada não necessariamente precisam serem seguidas à risca. As instruções aqui contidas são frutos de um minucioso trabalho de pesquisa desenvolvido no IFPB Campus Sousa no período de 22 de março a 10 de julho de 2010. Os compostos desenvolvidos tiveram como substrato: esterco (bovino, ovino, suíno e cama de frango) Capins (do gramado e dos roços nos arredores das dependências) folhas (das varrições de: fícus ( Ficus leprieurii var.’Variegata”), jambo (Syzygium malaccense) taboa (Typha domingensis - espécie vegetal que infesta os terrenos alagados) resíduos da Agroindústria e Abatedouro (peixes estragados, vísceras de peixes, escamas, frangos estragados, peles de frangos, penas, resíduos provenientes do espolpamento de caju, acerola, tamarindos, iogurtes estragados, casca de coco, bagaço de cana e pó de serra.) Os compostos foram desenvolvidos dentro de engradados de madeira de 1m (um metro quadrado) de lado totalizando 1m (um metro cúbico) por composto. Os compostos consumiram entre 100 a 150 litros de água durante o feitio com 10 a 15 camadas de esterco com 15kg de esterco e 15 litros de água por camada além dos capins e resíduos agroindustriais e 15 litros de água diariamente até a conclusão aos 90 dias, podendo em alguns compostos serem concluídos um pouco mais precoce aos 60 dias. Para montagem da pilha de decomposição, sempre se coloca no fundo uma camada de 15 a 20 cm de material rico em C/N. As camadas são molhadas sem excesso. Em seguida são alternadas estas camadas, terminando com a camada de capim. (Adubação na Agricultura ecológica de Silvio R. Penteado, 2007, p-39) Não foram revolvidos propositalmente, para verificar se aconteceria a decomposição, com quanto tempo e a qualidade do produto final. A qualidade foi testada através de análise laboratorial, plantando-se coentro e ou feijão para visualmente observar seu desenvolvimento e testado com minhocas. Foram verificadas as temperaturas dos compostos até aos 60 dias tempo em que já deveria ter acontecido todo processo de fermentação, decomposição e estabilização da massa compostada. Tendo –se por satisfeito quando a temperatura estava estabilizada em torno de 35ºC. (temperatura mesofílcas) No minhocário distribuiu-se o composto nos canteiros e adicionou as minhocas. Com 45 dias verificou-se, se houve aumento ou redução do número (peso) de minhocas que anteriormente foram colocadas. Esse mesmo processo citado foi feito com todos os compostos. O motivo das repetições tanto no minhocário como na horta plantando-se coentro é justamente a variação dos materiais na composição dos diversos compostos. Achados com a fabricação da compostagem obedecendo a metodologia acima: Um metro cúbico de esterco seco de origem bovina pesa 275 kg. Os compostos consumiram entre 100 a 150 litros de água durante o feitio com 10 a 15 camadas de esterco com 15kg por camada além dos capins e resíduos agroindustriais e 15 litros de água diariamente. A média de peso sem a água dos compostos no momento da fabricação foi de 280kg e após estabilizado foi de kg (peso úmido) O volume reduziu à metade após o composto estabilizado. Os resíduos de peixes (escamas principalmente) atrasa em 10 a 20 dias a conclusão do composto no qual ele participe como ingredientes. A conclusão foi de 60 a 90 dias quando a temperatura baixou para a temperatura ambiente e os resíduos não mais apresentassem suas características originais. Segundo João Tinoco Pereira Neto no seu livro– Compostagem : Processo de baixo custo página 20 - o composto tem que ser revolvido duas vezes por semana, ou de 3 em 3 dias, a temperatura mantida entre 45 a 65ºC até aos 80 dias em média, página 23,e o tempo para estabilização está entre 90 a 120 dias. O processo de decomposição que leva de 60 a 90 dias para ser completado, estará pronto, quando a temperatura interna elevada cair para a temperatura ambiente. (Adubação na Agricultura ecológica de Silvio R. Penteado, 2007, p-39) A temperatura na massa compostada chegou a 70ºc (temperatura termofílicas) nos 5 dias iniciais permanecendo por 40 dias e foi diminuindo gradativamente até os 35ºc aos 60 dias em diante. O projeto em questão (pesquisa aplicada) torna-se inédito, pois se eliminou o tempo gasto em revolvimento e encurtou-se o tempo de conclusão e maturação em comparação a alguns autores, sem perda da qualidade do produto final. Pesquisa Aplicada: Busca gerar conhecimento sobre um assunto específico e definido anteriormente. Nos setores produtivos a pesquisa aplicada utiliza os conhecimentos decorrentes da pesquisa básica para gerar desenvolvimento científico com fins comerciais em geral. Uma pesquisa é um processo sistemático de construção do conhecimento que tem como metas principais gerar novos conhecimentos e/ou corroborar ou refutar algum conhecimento pré-existente. É basicamente um processo de aprendizagem tanto do indivíduo que a realiza quanto da sociedade na qual esta se desenvolve. Composto Orgânico(C.O.) Nº 1-Os ingredientes do C.O. Nº 1 foram folhas de fícus proveniente das varrições na frente dos laboratórios (solos e alimentos), esterco bovino e escamas de peixes. Composto Nº1 Data: início: 23/03/20010 e término 31/03/2010 Previsão para utilização: 30/05/2010 Utilização - 10/06/2010 Ingredientes/Substrato: Folha de fícus; Esterco bovino; Resíduos do processamento dos pescados: 40 kg . Água - Observação: Baixou 20cm após 5 dias da confecção. Peso úmido aos 70 dias 464,5 kg Umidade 56,46% pH - 8,2 Peso seco: 204 kg A temperatura aos 70 dias: 37ºC Composto Nº2 Data: início: 05/04/2010 e término 09/04/2010 Previsão de utilização: 09/06/2010 Ingredientes/Substrato: Capim dos gramados e campo de futebol; Resíduos de: Maracujá, cajú, tamarindo, castanha de caju, esterco e papel. Água – Peso úmido aos 80 dias 582 kg Umidade 57,9% PH 8,3 A temperatura aos 70 dias: 35ºC A temperatura aos 80 dias: 35ºC Todo para o minhocário Composto nº3 Data: início: 12/04/2010 e término 19/04/2010. Umidade 55% PH 8,0 aos 75 dias
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 06-07-2010 13:47h

  • Extensão Rural

    Francisca - 24-06-2010 15:37h

  • trabalho
    cara estou fazendo uma prova dessa matéria, é muito difícil. eu quero saber as aplicações para o profissional tecnico em agropecuaria explicando e exemplificando ateoria relaçao e pratica.
    ivanildo - 23-06-2010 21:17h

  • Composto Orgânico
    Sobre Composto Orgânico temos novidades. 1º- Fazemos sem revolver; 2º- Fica pronto em apenas 2 meses; Dispensamos o trabalho no revolvimento e aceleramos o processo. O que a literatura preconiza: 90 a 120 dias para ficar pronto e um trabalhão revolvendo de 3 em 3 dias. Detalhes consulte-nos. Autores: Pedro Paulo Sampaio de Lacerda e José Adilson Ferreira Silva
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 12-04-2010 15:50h

  • Extensão Rural
    O artigo esta muito bom, esclarecedor e direto.
    Leonira Schlucubier - 21-01-2010 16:33h

  • Educação e Políticas
    Política Educativa na América Latina Contrições da Educação Comparada Leitura e Análise Crítica INTRODUÇÃO Gostei do livro porque no seu bojo retrata objetivmente nossa situação educacional. O título: Chama-nos a atenção, imaginando uma proposta ou uma crítica às políticas no hemisfério ou continente ao qual estamos incluidos. O subtítulo é muito sugesstivo, Educação comparada, literalmente está se comparando a Educação com outra educação, onde, a partir da visualização dos pontos fortes e fracos tomar decisões no sentido de tornar os pontos fracos mais fortes e os fortes melhores ainda. Não acredito porém e peço permissão para ser sincero. Não vejo saída a curto prazo da situação calamitosa porque atravessa a educação na América Latina. No entanto a longo prazo tudo terminará bem porque forças externas aos governos: sociedade, congresso, opinião pública internacional (ONU, OMS,UNESCO ETC) como também o desenvolvimento rápido de outros paises, lentamente forçaram a um ajuste. Desde tempos imemoriais ouvi falar que”A Educação é um Gigante Adormecido” a explicação para isso assentava-se na premissa de que todos ou pelo menos uma grande maioria passa pelos bancos escolares e lá nos bancos escolares poderiam ser moldados, lapidados, polidos, conscientizados: em termos de honestidade, comprometimento,solidáriedade,responsabilidade, pacíficação, justeza, laboriosidade, criatividade, empreendedorismo e inovações para com todos esses atributos poder defender seus direitos particulares (cidadania) e coletivos promovendo uma melhor qualidade de vida para a coletividade. Infelismente, nas palavras do homem mais rude, humilde e pobre, é que na escola o ser humano não se educa, pelo contrário torna-se desonesto, aprende para saber roubar, enganar, ludibriar os menos favoecidos. É este infelismente o conceito que os letrados, cultos, intelectuais ganham dos leigos, analfabetos ou semianalfabetos. Mesmo assim acredito que o desenvolvimento geral de uma nação, com produtividade em todos os aspectos, passa necessariamente pela Educação e que quanto maior o índice da população sendo culta, com um maior nível de estudos melhora a produtividade e a qualidade dos produtos produzidos terão mais aceitação no mercado. ...As políticas atuais na América Latina não atendem as demandas de uma Educação de qualidade para todos... A proposta de superação está a cargo da área ou classe educadora. “Las grandes reformas no se generan desde las autoridades, ni desde los políticos de turno, sino desde las personas capaces de visualizalas y de luchar por ellas”. Não vejo saída por aí, pois a classe educadora se encontra aviltada em seus salários, e também não tem uma consciencia de luta organizada para impor suas reais reivindicações, os sindicatos não tem conseguido unificar as lutas ou quando consegue a classe não resiste e volta ao trabalho a troco de mingalhas ou de promessas. Na realidade o que temos presenciado é um verdadeiro retrocesso nos direitos da classe trabalhadora não só da educação, mas como um todo, com um alarmante, muitos aplaudem por não perceberem golpes por cima de golpes camuflados em benefícios desproporcionais com o intento visível que é o de dividir o movimento reivindicatório. Esta colocação encontra eco no segundo parágrafo da introdução ...mentalidade egoísta, benefício imediato para si mesmo com prejuízo para os demais sem importar os danos ocasionados a natureza e as pessoas. Tenho convicção que a saida para qualquer pais é a Educação e essa só virá quando um político (Presidente, Governador ouPrefeito) tocado por Deus deixe de ser corrupto e invista como deve ser investido, com força, sem medo de errar e de ser feliz. Percebo com clareza ou clarividencia que tal político não se reelegerá, então o outro que assumisse também teria que ser tocado por Deus para dar continuidade a obra do seu antecessor e assim por diante até se formar uma cultura de condenação máxima e severa para aqueles que negligenciasse com a educação de sua Nação ou Pátria. O projeto de lei abaixo é uma pequena mostra que nós simples mortais estamos nas mãos dos políticos seja para continuarmos sem educação, ou seja para darmos o salto tão desejado. Em cuba, embora eu seja radicalmente contra a regimes ditatoriais, a educação de lá, dizem que é boa, se for embasa a minha tese de que dependemos infelismente de um que queira fazer.
    Pedro Paaulo Sampaio de Laceerda - 14-01-2010 00:18h

  • Manga
    Para os que gostam de uma manga deliciosa, doce como um mel, diferente, posso garantir que só quem tem esse pé de manga é um tio meu. o nome dessa variedade de manga que hoje só existe um pé no mundo todo produzindo chama-se PAI-DA-MATA. Quem quiser posso vender o caroço desta manga. Se não for doce e gostosa e inédita como estou falando devolverei o dinheiro com juros e correção monentária. Cada caroço dessa manga custa 5,00 (cinco reais) envio pelos correis.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 05-10-2009 14:55h

  • Quem atira com a pólvora alheia não toma chegada...
    Prof. Pedro Paulo, Com relação ao assunto, gostaria de acrescentar, com a devida vênia, que esta pólvora já era prá ser queimada a muito tempo(Império), não estou mais no PT, também não gostaria de votar mais no Lula. Você, tem toda razão, os reservatórios, rios e riachos secos (se perenizados), como é possível, no NE, a custo bem menor, com incentivos e juros baixos,isto aqui seria um paraiso e aí os políticos seriam renovados.Um exemplo: O açude do Gomes, distante menos de 1 km do açude Quixabinha, no Ce, desperdiça no seu sangradouro bilhões de metros cúbicos de água, enquanto o de Quixabinha não chega a tomar nem 1 ou 2 m dágua, muito menos sangrar. A ação de transferir o sangradouro do Gomes para o Quixabinha, canal de 1 a 2 km, perenizada e resolveria problema de uma grande área. Mas, que esta pólvora venha e metamos fogo, pois do contrário, descerá por outras águas profundas de outros rios Brasil afora. Grande abraço. FRANCISCO DEON SAMPAIO DE LACERDA
    Francisco Deon Sampaio de Lacerda - 27-09-2009 12:42h

  • extenção rural
    muito bem estamos no mesmo caminho quero trocar conhecimento
    andrade - 22-08-2009 17:37h

  • Postagem
    Muito interessante este blog,parabens, são estes assuntos que contribuem grandemente com o desenvolvimento das regiões. To ai para participar como visitante e até mesmo contribuindo com o enriquecimento deste trabalho.
    Josinaldo Bezerra Pacheco - 17-08-2009 01:04h

  • Extensão Rural
    Sou graduando no curso de Agronomia e me identifico muito com a área. Pretendo trabalhar com extensão, se fosse possivel gostaria de receber material(apostilas, livretos)sobre o assunto, pois muito me interessa. De já agradeço
    Joana Araújo - 14-08-2009 20:44h

  • ATER PUBLICA
    A Emater-Pa não incui o agricultor familiar como dependente da industria e do capital, e sim redefini a agricultura familiar como seu principal publico alvo, buscando a construção da cidadania através de metodologias participativas e obdecndo princípios focados na transição agroecológica.
    jorge Faro - 30-07-2009 11:17h

  • conscientização
    "O "neutralismo" ao não emitir um parecer sobre um valor moral, está automaticamente condenando o bom, e lançando a humanidade sob o domínio do mau. Devemos manter em mente que, quando a comida boa entra em contato com o veneno, é este que vence, contaminando o outro. Para o mau triunfar, basta que as pessoas de bem nada façam. É imprescindível que os indivíduos abandonem a idéia do políticamente correto e comecem a condenar o veneno presente na humanidade"
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 14-06-2009 16:27h

  • política
    No atual governo, há dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um é o ex-presidente do PT, José Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetória política é bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar às escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plástica no rosto para despistar a polícia. O outro integrante do primeiro escalão com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar é a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia — mulher de fala pausada, mãos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. Até agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militância armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrário de José Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das ações mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil — o célebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhões de dólares. O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. Até então, fora "o maior golpe da história do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de três veículos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou à mansão do irmão de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente à casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefônicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mármore, mas acabou rolando escada abaixo. A ação durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixão de Araújo, que então comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o país e mais tarde se tornaria pai da única filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, não teve participação física na ação. "Se tivesse tido, não teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente. "A Dilma era tão importante que não podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informação que sua prisão colocaria em risco toda a organização. Era o cérebro da ação", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ação espetacular, ajudou o capitão Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exército, em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. "Quem passava as orientações do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funções de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas ações e informar onde poderia ser roubado. Só em 1969, ela organizou três ações de roubo de armas em unidades do Exército, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusação classificou-a com epítetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subversão". Dilma passou três anos encarcerada em São Paulo e foi submetida aos suplícios da tortura. A atual ministra era tão temida que o Exército chegou a ordenar a transferência de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante Ângelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ação armada de invasão da prisão e libertação do companheiro. Durante o famoso encontro da cúpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Teresópolis, região serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as ações de guerrilha rural, e Dilma achava que as operações armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilização de massas nas grandes cidades. Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posição de Dilma Rousseff...
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 14-06-2009 16:14h

  • DESPERDÍCIO
    QUE DESPERDÍCIO O açude de São Gonçalo, com apenas 44 milhões de metros cúbicos de água, no sertão paraibano é o reservatório que abastece as cidades de Marizópolis-PB, o distrito que deu nome ao açude, São Gonçalo, os núcleos I, II e III assim como uma extensa área agropastoril irrigada a jusante do mesmo. A área irrigável ainda não foi explorada na sua totalidade, sendo o maior anseio dos que detém os títulos de tais glebas. Fala-se em trazer água do Rio São Francisco, o que seria muito bem vindo. Esquecemos é que nas nossas "barbas" passa um rio temporário: O Rio do Peixe, apenas 18 KM distante do açççude de São Gonçalo, todo ano, pelo menos três meses consecutivos, mais de 20 metros cúbicos de água por segundo, passa por ele e é literalmente desperdiçada. Essa água poderia muito bem ser recalcada para o açude de São Gonçalo até fazê-lo sangrar todos os anos, já que só de 10 em 10 anos é que ele tem sangrado naturalmente. É claro que uma mentalidade onde as economias de água juntamente com sistemas de irrigação modernos obrigatoriamente deveem substituir os tradicionais métodos, sem jamais desmerecê-los, pois sua aplicação em determinadas realidades ainda é muito válida. Escrevo isto porque, a sociedade precisa saber o óbvio, e quem sabe um dia um político, pressionado pelas circunstâncias, emcampe tal empreitada que muito benefício trará a todos e a custo infinitamente menor do que trazer a água do Rio São Francisco.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 02-06-2009 07:20h

  • SILAGEM EM TAMBOR
    A ensilagem é uma maneira de se armazenar alimentos volumosos para a época da sica ou da estiagem ou entre safra das pastagens. A silagem pode ser armazenada em silos trincheira, silos sinchos, silos cilíndricos subterrâneos, silos aéreos, e silos de tambores este último tem uma vantagem que é a de poder ser feito com pouca mão de obra e aos poucos. O que encarece é o tambor que é relativamente caro mas se tiver cuidado tem uma longa vida. Este tipo de silagem se presta perfeitamente para caprinos e ovinos e tem a vantagem de se abrindo aos poucos na medida da necessidade.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 01-06-2009 10:14h

  • COQUEIRO ANÃO
    Moro numa região (Sousa-PB) que produz a melhor água de coco do Brasil. Pode ser bairrismo mais existe este tipo de propaganda. Realmente a água daqui é muito boa mesmo. Agora água boa é resultado de colher os cocos na forma de "lama" quando o coco não está nem muito verde nem maduro demais. Quando o coco está muito verde a água não tem sabor, é como se fosse água potável e quando o coco está muito maduro a água também não é gostosa porque fica muito salgada, apurada demais, resultado da transformação da água em polpa. E também o coco maduro sempre tem pouca água. Outra coisa, é comum as pessoas acharem que coqueiro anão não cresce porque é anão. Não existe isso. O coqueiro é uma palmeira e nunca para de crescer. O apelido de coqueiro anão é porque ele é precoce - produz coco com 3 (tres) anos de idade se for bem conduzido durante trinta anos ou mais. Produzindo em média 150 (cento e cinquenta cocos por pé por ano)
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 01-06-2009 09:31h

  • A ERA DA EMPREGABILIDADE
    Dizem os "entendidos" que essa era já passou. Dizem também que tal era foi responsável pelo calamitoso estágio da Educação no Brasil. Você concorda? Só faltam dizer mas deixam entender que o grande número de desempregados é fruto da passagem da era da empregabilidade, ou seja, a era da empregabilidade passou e o emprego foi-se com ela. A era agora é do EMPREENDEDORISMO, cada um procure empreender seu negócio ou então fique desempregado.Até que tem gente querendo empreender, só falta quem financie. Outra coisa: é certo que a automação fez com que muitos perdessem seus empregos, mas, o próprio estilo de vida das pessoas, hoje muito diferente de antigamente fez com que milhares de novos empregos podessem surgir, o que está faltando é condição financeira para que os empreendedores surjam e com eles milhares de empregos. Vamos exemplificar para ver se clareia: numa fazenda antigamente fazia-se de tudo e esse fazer de tudo dava emprego a muita gente, o arroz era descascado no pilão, hoje peça de museu, os tecidos eram feitos artesanalmente, as plantações eram feitas todas e colhidas manualmente, em fim a falta de tecnologia fazia com que muita gente se envolvesse nas atividades muito embora com a produção lá em baixo. Um escritor chegou a escrever que devido a população humana crescer numa progressão geométrica e a produção de alimentos crescer numa progressão aritimética faltaria alimentos e a população humana se extinguiria. Sentença esta, hoje totalmente ultrapassada, uma tese falsa. Baseava-se aquela afirmação no modo de produção da humanidade. Com a mecanização a produção passou a ser de forma mais rápida do que o crescimento da população humana. As industrias automatizaram-se reduzindo mão-de-obra, os bancos etc e ai vem os "entendidos" dizendo que por isso a grande massa de desempregados. O estilo de vida das pessoas modernas e o número de pessoas por mamília exigem alimentos processados, em menor quantidade para não de extragar, isso é mais emprego, é o que fazem as agroindístrias de hoje que antigamente não fazia. Paralelamente os produtos orgânicos entrando em cena em fim milhares de postos de serviços querendo e precisando aparecer. E o que falta? Financiamentos a juros baixos. O emprego no meu entender, agora na era da tecnologia, era para sobrar e não para faltar. A causa do desemprego é outro e não a tecnologia como muitos apregoam.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 01-06-2009 09:03h

  • A ERA DA EMPREGABILIDADE
    Dizem os "entendidos" que essa era já passou. Dizem também que tal era foi responsável pelo calamitoso estágio d Educação no Brasil. Você concorda? Só faltam dizer mas deixam enternder que o grande número de desempregados é fruto da passagem da era da empregabilidade, ou seja, a era da empregabilidade passou e o emprego foi-se com ela. A era agora é do EMPREENDEDORISMO, cada um procure empreender seu negócio ou então fique desempregado.Até que tem gente querendo empreender, só falta quem financie. Outra coisa: é certo que a automação fez com que muitos perdessem seus empregos, mas, o próprio estilo de vida das pessoas, hoje muito diferente de antigamente fez com que milhares de novos empregos podessem surgir, o que está faltando é condição financeira para que os empreendedores surjam e com eles milhares de empregos.
    Pedro Paulo Sampaio Sampaio de Lacerda - 28-05-2009 10:30h

  • A ERA DA EMPREGABILIDADE
    Dizem os "entendidos" que essa era já passou. Dizem também que tal era foi responsável pelo calamitoso estágio d Educação no Brasil. Você concorda? Só faltam dizer mas deixam enternder que o grande número de desempregados é fruto da passagem da era da empregabilidade, ou seja, a era da empregabilidade passou e o emprego foi-se com ela. A era agora é do EMPREENDEDORISMO, cada um procure empreender seu negócio ou então fique desempregado.Até que tem gente querendo empreender, só falta quem financie. Outra coisa: é certo que a automação fez com que muitos perdessem seus empregos, mas, o próprio estilo de vida das pessoas, hoje muito diferente de antigamente fez com que milhares de novos empregos podessem surgir, o que está faltando é condição financeira para que os empreendedores surjam e com eles milhares de empregos.
    Pedro Paulo Sampaio Sampaio de Lacerda - 28-05-2009 10:30h

  • Flor-de-seda
    Flor-de-seda é uma forrageira nativa ou silvestre muito encontrada às margens das estradas, seu nome científico é Calotropis procera. A flor-de-seda já foi bastante pesquisada e comprovada como ração animal principalmente para ruminantes. Atenção: é obrigatório fornecer aos animais depois de triturá-la e desidratá-la o que é uma tarefa bastante simples devido o sol que nós temos. Outra coisa, nunca forneça a flor-de-seda de forma exclusiva, sempre forneça em torno de 20% e complemente com outra forrageira.
    Pedro Paulo Sampio de Lacerda - 27-05-2009 10:39h

  • QUEM ATIRA COM A PÓLVORA ALHEIA NÃO TOMA CHEGADA.
    QUEM ATIRA COM A PÓLVORA ALHEIA NÃO TOMA CHEGADA O que isto quer dizer? A pólvora ( ) utilizada para fazer o tiro dos diversos armamentos, desde os mais antigos, como as armas artesanais até as mais modernas de mira a lazer, sempre foi cara sua aquisição. Os caçadores que precisavam da “caça” para complementar sua alimentação não podiam errar o tiro sob pena de ter o prejuízo da pólvora gasta e não ter a carne como mistura na sua comida. Quando alguém vai à caça com a pólvora alheia não mede distância para efetuar o disparo, ou seja, não toma chegada, não chega próximo ao alvo para ter mais chance de acertar. Atira de longe sem se preocupar em acertar ou errar. Os administradores públicos agem como quem atira com a pólvora alheia. O dinheiro que eles deveriam administrar como se fosse seu, sem desperdiçar nenhum centavo, dando prioridade àqueles serviços que mais benefício traria para o coletivo, - gastam sem critério, esbanjam, desperdiçam porque atiram com a pólvora alheia. A transposição das águas do rio São Francisco é um exemplo atual de quem atira com a pólvora alheia não toma chegada. A pólvora aqui é o dinheiro da nação que LULA quer gastar com a transposição sem saber se vai acertar ou vai errar. Se errar não tem problema para ele, o dinheiro não era dele, não perderá nada. O que LULA tem certeza é que esta obra, trará milhões de votos para o seu partido e muitos desvios através dos empreiteiros. As águas que vem para a Paraíba se for para irrigar atende apenas pouco mais de 100m (cem metros) de cada lado do canal. Cem metros é uma tirinha de nada. Não resolve o problema da seca, não atenderá aos que moram a 1km (um quilômetro) afastado do canal. E se for para beber (consumo humano) nem essa tirinha de terra poderá ser irrigada. O certo é que o nordeste não precisa dessa transposição porque em muitos lugares do mundo chove menos do que o nordeste e esses povos vivem bem. Por fim, muita água corta as terras nordestinas e pouco se irriga. Às margens do São Francisco tem muita terra esperando irrigação e Lula não toma nenhuma providência. Aqui em Sousa-PB tem esse projeto Várzeas de Sousa abandonado. Desce um riacho do açude de Coremas-PB até o Rio Grande do Norte e pouco se utiliza esta água para irrigação. No Ceará acontece a mesma coisa com as águas de vários açudes. A comunidade Científica e intelectual do Brasil, o Banco Mundial e a Igreja não concordam com a transposição, o que mais precisa ser feito para que Lula desista desse desatino? Pedro Paulo 27/04/2007
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 14-05-2009 07:54h

  • Previsão
    PREVISÃO O que vai acontecer com a massa populacional desempregada nesta crise global. Vão todos para a roça se não quiserem morrer de fome. A lógica é a seguinte: hoje meia dúzia de produtores rurais seguram de alimentos um grande número de pessoas que vivem nas cidades, estas pessoas são empregadas por isso podem viver na cidade consumindo o que o trabalhador rural produz Com a crise o ciclo se altera, pois soma-se aos desempregados de hoje os que estão prestes a perder seu emprego. O produtor rural mesmo o mecanizado não pode manter sua produção porque não haverá compradores como havia em escala crescente. Os desempregados, têm saúde e força, aí a luta pela sobrevivência se estabelece. O campo, o meio rural, se apresenta como forma de com os seus próprios braços produzirem o mínimo necessário para saciarem a fome a curto prazo. Os primeiros a procurarem os campos brasileiros são nossos patrícios que moram no exterior, em seguida nós mesmos os moradores desempregados das metrópoles brasileiras. Grande produção de alimentos deve surgir com essa crise. João Pessoa, 28/02/2009 Pedro Paulo Sampaio de Lacerda Especialista em Agronegócio
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 14-05-2009 07:48h

  • Imposto sobre a poupança
    Concerteza este não é o local apropriado para fazer tal comentário, peço desculpas então aos leitores, mas preciso falar, escrever, fazer alguma coisa para ajudar a quem interessar possa no sentido de que este Governo inventou mais essa história de que para baixar os juros da taxa selic precisa taxar a poupança. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. A taxa selic quanto mais alta, mais o Governo paga juros para os banco. Quanto menor a taxa selic menos o Governo paga juros para os bancos. então o Governo baixando a taxa selic vai diminuir a sangria de juros para os bancos e ainda vai arranca impostos sobre a poupança. Ver se pode?
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 14-05-2009 07:26h

  • extensão Rural
    Li o artigo e todos os comentários. O artigo historia o curso do desenvolvimento da extensão Rural no Brasil.É isso mesmo, concordo com o que está escrito, é livresco. Acrescento apenas que Extensão é algo que se pretende ensinar a alguém que não sabe e que precisa aprender. Na maioria das vezea a extensão não tem acontecido porque quem deveria receber os ensinamentos não estão pré-dispostos a recebê-los. Fala-se que a linguagem do extensionista deve ser compatível com a linguagem do homem do campo para que ele possa entender o "recado". Concordamos, mas não entendo porque é tão baixo o nível de absorção de tecnologias.Para finalisar acrescento que só apanhando muito nossa gente vai aprender a viver e conviver com a realidade nua e crua que é a luta pela sobrevivência seja no campo ou na cidade. Pedro Paulo. Especialista em Agronegócio.
    Pedro Paulo Sampaio de Lacerda - 13-05-2009 09:27h

  • extensão rural
    Gostaria de uma apostila sobre extensão rural.Por favor.
    paola pozza - 11-05-2009 08:23h

  • assistencia tecnica e extenção rural
    gostaria de receber material sobre o assunto ou onde adquirir.
    eliana - 07-04-2009 09:04h

  • Extensçao Rural.
    Gostaria de saber onde posso obter a apostilas, sobre Extensão Rural, tenho interesse, pois faço curso de Fruticultura-Irrigada.
    ANDREIA AMORIM - 19-02-2009 11:39h

  • Materias sobre extensao rural
    Envia-me as materias sobre a exensao agricola rural em lingua portugues.
    Marcal Ximenes - 11-11-2008 10:24h

  • Bom...

    Drika - 20-08-2008 13:45h

  • apostila de extensão rural.
    uma apostila com alguns apotamentos da extensão rural
    rivelino ricardo da silva - 07-07-2008 07:03h

  • Extensão Rural
    Nossa!! Vasculhei a internet inteira pra achar algo que definisse a extensão rural e não achava nada!!! Ótimo artigo, muito esclarecedor!
    Luciane Ribeiro - 02-06-2008 13:09h

  • gostei da abordagem
    A abordagem do texto é responsável, apresentando um viés crítico da ER no Brasil. Objetiva e pontual. Maylta
    Maylta Brandão dos Anjos - 27-04-2008 18:15h

  • Extensão rural
    Excelente o conteúdo deste artigo, me ajudou muito nos meus estudos para concurso público. Parabéns!!!
    Romário Prezutti Ribeiro - 01-04-2008 14:25h

  • estensão rural
    Muito bom para o meu estudo (seminario).
    LUIZ CARLOS DE SOUZA - 31-03-2008 19:01h

  • trabalho de extensão rural
    Primeiro quero dizer que estou no amazonas - tento faze extensão rural - assunto ótimo de ser debatido pelas pessoas envolvidadas no setor primário e toda a sociedade, não deixando de focar os trabalhadores como ator principal. Eu sinto na pele devido a falta de estrutura por parte de nossos governantes que continuam a dar continuidade caráter tutorail e paternalismo desenfreado por parte dos governos.
    ilzinaldo Guimarães - 28-03-2008 10:48h

  • Assistencia Tecnica
    E muito interessante o artigo sobre extensao rural aqui descrito,porem, tenho a dizer que na regiao amazonica a dificuldade enfrentada pelos profissionais da area sao asgrandes areas geograficas dos municipios asistidos o que demanda tempo e recursos financeiros o que vem a limitar o trabalho de assistencia tecnica e extensao rural.
    leonildo rodrigues leao - 18-03-2008 21:19h

  • Assistencia Tecnica
    Apesar de já apresentarmos elevado conceito em termos de pesquisas em todas as áreas agropecuaria, e termos alcançado um dos maiores indices de doutoramento nunca já visto antes no país. Temos a séria necessidade de divulgação e adequação a realização das mesmas nas propriedades agricolas. Há em nosso país uma séria deficiencia na área de Extensão Rural que os profissionais inseridos nesse campo não possuem subsidios adequados a desenvolver um belo trabalho, pois além de baixo salarios, há falta de transporte e apoio pelos orgãos públicos. Temos a esperança que ocorra uma reversão dessa situação para que a cada dia o setor agricola de nosso país possa crescer e aplicar resultados obtidos em investimentos alcançados com muito esforço por parte dos pesquisadores.
    Almir Sozza - 15-03-2008 23:08h

  • extensão rural
    apesar de já estamos ampliando os projetos de extensão, mas ainda muito atrasados perante os paises desenvolvidos q tem uma ajuda de incentivo governamental, no qual o pequeno e grande produtor tem orientações e garantia de q seu produto será comercializado e assim podendo eles garantir seus planos para investimentos futuros em tecnologias desenvolvidas, pq a extensão rural no Brasil ainda prioriza mais os grandes produtores.
    Leonardo Di Marcelo - 03-03-2008 02:00h

  • ARTIGO
    GOSTEI DO ARTIGO E GOSTARIA, SE POSSÍVEL, DA INDICAÇÃO DEO OUTROS RETRATEM A REALIDADE DA EXTENSÃO NO BRASIL. MUITO OBRIGADO PARABÉNS.
    Joesi de Souza Castro - 07-02-2008 02:37h

  • extenção rural
    parabéns pelo artigo pois este tipode material é muito raro e da forma como foi decorrido fico ainda mais apaixonada pela extenção rural. Sou aluna do 4º ano de zootecnia da UVV - ES e estou fazendo meu trabalho de conclusão de curso com o segunte tema: O papel do extensionista junto aos assentamentos localizados na região norte do Espírito Santo. Queria saber se vc tem alguns dados sobre extensão e assentamentos mesmo que seja de outras regiões ou mesmo algum tipo de metodologia, além de pedir sua autorização para usar seu artigo. Desde já agradeço, Renata Rianny Huguinim Sena
    Renata Rianny - 24-01-2008 06:36h

  • Pedido de material ou artigos
    sou moçambicano, trabalhando no ramo de agricultura, estou actualmente a fazer o mestrado em Desenvolvimento Rural, pretendo fazer a minha tese sobre ªo papel da Extensao Rural no melhoramento das condicoes de vida dos pequenos produtores rurais". Tenho carencia de material/artigos/livros sobre a materia da minha tese, solicitando desta forma o apoio necessario.Tambem pode-se usar o endereço abaixo: joaonhantsuruane7@gmail.com. Atenciosamente agradeço o vosso apoio.
    Joao Nhantsuruane - 30-12-2007 02:47h

  • Textos sobre E, Rural
    Preciso de ajuda , pois vou fazer um processo seletivo dia 15/12 e preciso de textos sobre Extensão Rural, , comunicação rural, adoção de tecnologias, politicas publicas e e,R. assistencia Técnica e E.rural: diferenças etc
    Luiz Gonzaga - 01-12-2007 11:39h

  • Extensão Rural
    Gostei do artigo, realmente vai me ajudar bastante na elaboração do plano de extensão rural, cadeira que irá arancar agora na faculdade de agricultura da unioversidade catolica catolica de Moçambque. sou docente da cadeira de extensao. e gostaria de mandadar mais artigos de extensão para o meu e-mail. grato pelo artigo
    Miquitaio Rego - 13-11-2007 05:47h

  • Extenção Rural
    olá Gostei muito do conteúdo,me ajudou bastante pois estou no último ano do colégio agricola, estou fazendo o relatório de estagio e isso ajudou bastante. obrigado pela contribuição.
    alencar baldissera - 11-11-2007 10:20h

  • Extensão rural
    Olá.. Li o seu texto e me interessei ainda mais pela extensão rural. Sou estudante de Economia Doméstica e esta é a área em que eu pretendo me especializar.obrigada pela contribuíção.
    Luciene Anjos - 16-10-2007 18:42h

  • extensão rural
    gostei muito do assunto, será de grande utilidade para meu trabalho, pois sou acadêmico em agronomia
    rafael cascaes - 10-06-2007 01:07h

  • extensão rural
    li a seu texto e achei muito interresante, sou academico do curso superior de tecnologia em agropecuaria: sistemas de produção, estou pesquisando para escrever o relatorio de estagio e o seu documentario será muito util para o o desenvolver de meu relatorio, pois estou pesquisando a parte sobre assitencia tecnica e estensão rural.
    Anderson Doneda - 11-04-2007 09:31h

  • Extensao Rural
    Li este artigo para fazer um trabalho para faculdade, faço Economia Doméstica e tambem tenho a disciplina de Extensao Rural e Urbana. Gostei de como Sr. Frederico Olivieri Lisita, autor do artigo cita o que é extensao e o modo de comop o Brasil foi se habituando e atendendo o ramo da extensao na agricultura, fiquei impressionada pois em todos os artigos que li ja sobre o assunto nenhum autor falava com enfase do poder que o economista doméstico tem perante esta área. Então vim parabenizar pois é com artigos assim e falando do profissional que o curso é bem visto e tambem cativado pela sociedade. Parabens!!!!!!!
    Daniela Ragazzon - 05-11-2006 09:59h

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