Brasil, 24 de abril de 2014.
Ir para a página inicial Agrolinks Comunidade Ciência & Tecnologia Informação Negócios Publicidade
   
 
 Artigos
 Eventos
 Notícias
 Cadastre-se
 Agrociência
 Software
 Categorias
 Mais visitados
 Classificados





Página inicial dos artigos
Início
 
Agricultura
 
Agroinformática
 
Desenv. Rural
Economia Rural
 
Pecuária
 
Avaliação do desenvolvimento da Palma Forrageira Opuntia fícus-indica Mill. cv. Gigante

01-06-2009

:. Do mesmo autor
Mandioca na Alimentação animal

Determinação do ponto de feno do capim-elefante roxo (Pennisetum purpureum Schum.) CV. roxo por meio de secagem à sombra e ao sol.

A palma é possivelmente o mais importante recurso forrageiro das regiões áridas e semi-áridas do Nordeste do Brasil, onde, o sistema de cultivo tradicional é caracterizado pela baixa adoção de tecnologias, espaçamentos largos e muitas vezes ausência de adubação, conseqüentemente levando à obtenção de uma produtividade inferior àquela que a cultura poderia produzir.

Com o objetivo de avaliar o desenvolvimento da palma forrageira submetida ao plantio adensado e adubações, foi realizado um experimento no período de outubro de 2006 a outubro de 2007 no município de Rafael Jambeiro na região semi-árida do estado da Bahia. Para avaliação utilizou-se a espécie Opuntia fícus-indica Mill. cv gigante, em plantio adensado, submetida a adubações orgânica e química. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 4 repetições e 4 tratamentos: testemunha, adubação orgânica (esterco de bovinos), adubação química, e adubação orgânica + adubação química. No plantio foi utilizado um artículo por cova no espaçamento de 1m entre linhas e 0,25 m entre plantas, totalizando 18 plantas em uma área de 4,5 m2 (1,5 x 3,0 m). A colheita foi realizada 12 meses após, a partir dos artículos secundários, conservando-se na planta os artículos primários. Para as variáveis número de artículos e peso médio de artículos por planta, a análise de variância revelou efeito não significativo (P>0,05) pelo teste de F entre os tratamentos. A média geral foi respectivamente 4,8 e 0,81kg. Para as variáveis massa seca e área de artículo, a análise de variância revelou efeito significativo (P<0,05) e (P<0,06) pelo teste de F respectivamente. A média geral alcançada por planta foi 0,40 kg para massa seca e 621,54 cm2 para área de artículo. As adubações utilizadas nos tratamentos contribuíram significativamente para o melhor desempenho da planta.

Jorge de AlmeidaEnvie um email!
Agrônomo - EBDA

  Enviar este artigo por e-mail  Imprimir este artigo  Como citar esse artigo 
:. COMENTÁRIOS
    Clique aqui!  E deixe seu comentário sobre o artigo!

:. ARTIGOS RELACIONADOS
Capim milagroso ou planejamento alimentar para o gado?
Incremento de pastagem na planície pantaneira, Corumbá,MS
Consorciação de gramíneas e leguminosas forrageiras em pastagens na Amazônia.
Água na Alimentação Animal
Pastagem Ecológica e serviços ambientais da pecuária sustentável
Leite: segurança, qualidade e consumo?
Potenciais das pastagens para produção de leite
Conservação de Forragens no Cariri Paraibano.

Copyright © 2000 - 2014 Agronline.com.br