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RS - Quebra na safra da Índia poderá beneficiar exportações brasileiras no segundo semestre
USDA divulga quebra de 15,6% na safra indiana.

O relatório do mês de agosto do quadro de Oferta e Demanda Mundial divulgado na semana passada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), teve como destaque a forte retração na produção da Índia, safra 2009/2010, segundo maior produtor e terceiro maior exportador mundial de arroz.

A produção da Índia foi reduzida de 99,9 milhões de toneladas, base beneficiado, para 84 milhões de toneladas, uma expressiva redução de 15,5 milhões de toneladas, ou 15,6% do total da produção. Comparativamente, este número também equivale à metade das exportações mundiais do cereal previstas para a safra 2009/10, que deverão ser compensadas pelo aumento das exportações da Tailândia, que segundo o mesmo relatório, passará de 8,5 milhões para 10 milhões de toneladas no período considerado.

Segundo o USDA as exportações mundiais caem de 30,23 milhões de toneladas previstas em julho para 29,74 milhões, segundo o último relatório.

As exportações da Índia, previstas anteriormente em 4 milhões para o período, caem para apenas 1,5 milhão de toneladas, com os estoques finais deste grande player mundial caindo de 19 milhões de toneladas para 10 milhões de toneladas.

Segundo o vice-presidente de mercados da Federarroz e assessor de mercado do Irga, Marco Tavares, a expressão destes números impacta diretamente nos números totais do quadro de oferta e demanda mundial. A produção mundial estimada em 448,98 milhões de toneladas cai para 433,46 milhões de toneladas e os estoques finais previstos para 94,51 milhões de toneladas se reduzem para 88,04 milhões, 5,26% inferiores aos estoques iniciais da atual safra.

“Este novo fato poderá alterar as previsões desfavoráveis para o cenário mundial, considerando que a Índia, em razão da expectativa de aumento na produção e o retorno ao mercado, no segundo semestre, com possível oferta de 4 milhões de toneladas, era o maior fator baixista de preços para o restrito mercado mundial do cereal”, analisa Tavares.

As exportações brasileiras, no segundo semestre, poderão ser beneficiadas ocupando e ampliando mercados conquistados a partir de 2008, quando alguns importantes exportadores mundiais restringiram as vendas externas, inclusive à Índia, permitindo maior inserção das vendas do cereal brasileiro no competitivo mercado internacional.

De março a julho de 2009 as exportações brasileiras se aproximaram de 500 mil toneladas e baseado nestas novas perspectivas a expectativa do setor de atingir números próximos ao volume alcançado no ano anterior, 800 mil toneladas, torna-se mais viável.

Fonte: USDA (Extraído do Irga)

Data: 20-08-2009
Fonte: Irga
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