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MT - Qualidade dos produtos de origem animal é foco de seminário em Jaciara
O Governo do Estado de Mato Grosso, Ministério Público Estadual (MPE) e a Prefeitura de Jaciara (140 Km ao Sul de Cuiabá) promoveram nesta quinta-feira (03), o 1º Seminário Regional sobre Produtos de Origem Animal, no anfiteatro Celcita Pinheiro. Na pauta as discussões de ações que irão possibilitar a regularização da produção e comercialização de produtos de origem animal de pequenos produtores da região do Vale do São Lourenço (Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino e São Pedro da Cipa).

O secretario-adjunto de Agricultura Familiar da Seder, Jilson Francisco da Silva, disse que todas as informações relacionadas ao registro sanitário e ambiental ligados à agroindústria estão a disposição dos pequenos produtores. “A iniciativa irá refletir no incremento da economia de toda a região promovendo o fortalecimento da Agricultura Familiar”.

O prefeito de Jaciara, Max Joel Russi, um dos idealizadores do seminário disse que a participação de diferentes segmentos da sociedade é muito importante, assim podemos garantir o acesso e a implementação da política de qualidade dos produtos de origem animal em nossa região”, afirmou.

O presidente do Indea, Decio Coutinho, apresentou a importância do registro e trazer para legalidade os produtos comercializados na região do Vale do São Lourenço. Com isso, gerar renda e emprego entre os pequenos produtores. “Com o registro os produtos poderão ser produzidos e comercializados, porque tem origem comprovada e foram inspecionados”, afirmou ao falar os benefícios são a diminuição das iniciativas informais, qualificação profissional e segurança alimentar.

Segundo o superintendente de Programas Especiais da Seder, Paulo Antonio da Costa Bilégo, o programa Produtos da Terra já está pronto, o que tem que ser feito é um trabalho amplo de divulgação juntos às Prefeituras para que estas trabalhem junto aos pequenos produtores se conscientizem e conheçam quais serão as vantagens de usarem a certificação. “Para conseguirem os produtores interessados vão ter que mostrar qual o tipo de empreendimento possuem, como por exemplo, associação, cooperativa, entre outros. Além de especificarem qual o tipo de indústria pretenderão implantar”, e lembra para que os interessados procurem o Indea ou a Empaer do seu município de acordo com sua atuação. No site da Seder www.seder.mt.gov.br , está o programa “Produtos da Terra”, para conhecimento de todos.

A promotora de Justiça do município, Cássia Vicente Mirando Hondo, discorreu sobre a importância do seminário em levar o conhecimento aos pequenos produtores e da necessidade da adequação de suas atividades com as normas de saúde pública e informá-los sobre os procedimentos para a obtenção do registro de seus produtos. ”Nosso trabalho é de manter a legalidade e segurança alimentar de todos”, disse.

Antônio Sergio Marques Teles Lobo, fiscal federal agropecuário e chefe do SIPAG/DT/SFA/MT do Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento (MAPA) ao falar sobre o Histórico da inspeção e seu processo de descentralização (Instâncias de inspeção) ressaltou os nossos direitos e nossos deveres e da nossa responsabilidade como produtores e consumidores. “Todos os produtos os que produzimos e consumimos é de nossa obrigação conhecermos a origem”, pontuou.

O representante do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Senai - Andres Lopes apresentou os casos de intoxicação alimentar que estão diretamente ligados à falta de higiene, seja pelas condições de preparação dos alimentos ou pela conservação e o armazenamento. Ela pode ser transmitida por qualquer alimento, porém os mais comuns são ovos, leite e carnes. “A falta de conhecimento de alguns produtores pode causar eventos em uma pequena comunidade, por isso colocamos o Programa de Capacitação da Indústria onde essa possibilidade não possa ocorrer”, frisou.

O superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Mato Grosso (OCB-Sescoop) – Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Mato Grosso, Adair Mazzotti, em sua apresentação falou aos participantes que o cooperativismo tem muito que mostrar, referindo-se à produção e benefícios gerados em seus municípios. “Mato Grosso conta atualmente com 164 cooperativas, aglutinando aproximadamente 170 mil cooperados, gerando mais de 5 mil empregos diretos. Congrega 18% da população de Mato Grosso e representa 11% da população economicamente ativa”, encerrou.

Ana Cláudia Gutierrez Daleffe, Faculdade Eduvale/Uniterra – falou da integração entre faculdade e comunidade no fomento da gestão dos negócios da agroindústria processadora de alimentos de origem de animal. “Após as discussões desse seminário vamos colocar nossos alunos e professores para que efetivamente ocorra a agregação de valores a sua produção com a parceria na assistência da organização das cooperativas.

Fonte: Governo do Mato Grosso

Data: 04-09-2009
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